Atividade 1.1 - Reflexões Iniciais
Esta atividade foi realizada em dupla
A Escola
Contemporânea
Denise e Sarita
Na contemporaneidade, a Escola enfrenta
muitos desafios. É a transformação social, econômica
e cultural vigente no presente
século, evolução do aluno em todos os
aspectos e tantas outras metamorfoses que de uma forma ou de outra envolvem a
Escola, gerando demandas que precisam ser enfrentadas.
O professor precisa evoluir em sua
formação e preparar seus alunos, que estão inseridos nesta nova realidade, que exige constante avaliação e readaptação.
É imprescindível que seja proporcionado ao
aluno o acesso a informação, a tecnologia e, paralelo a isso, o desenvolvimento
do senso crítico e a capacidade para filtrar todas as possibilidades que
apresentam-se, apropriando-se do que é relevante e necessário para sua
formação, que sejam de fato gestores do conhecimento.
A prática de todos os professores
inscritos no Curso Tecnologias na Educação,acredita-se, que já demonstram
interesse e disposição de acompanhar a evolução do aluno frente as novas
tecnologias, assim como a evolução da realidade que nos cerca.
Atividade 1.2 - Quem sou como professor?
Atividade Individual
Entendo que ser professor hoje é muito desfiador, é uma profissão que exige acima de tudo vocação e amor ao fazer profissional e ao sujeito da aprendizagem, ou seja, amor ao aluno. Não é possível ser um bom profissional, se culpar o educando pelo fracasso escolar muito comun nas escolas, por grande parte dos alunos.Como afirma Antônio Nóvoa, a familia e a sociedade estão delegando a escola atribuições que lhe pertencem e não há como nós professores fugirmos a essa realidade. Na escola temos que desempenhar funções de outros proíissionais sem termos formação para isso. Muitas vezes precisamos fazer a vez do psicólogo, do assistente social, do agente de saúde e tantas outras. A demanda é infinita e torna exaustivo o cotidiano escolar e o professor se ve cercado por muitas cobranças e exigências, a calma e a tranquilidade, mencionadas por Nóvoa, essências para o trbalho pedagógico do professor não existem. Mesmo diante de tantas dificuldades e exigências imposta pela sociedade e pelo sistema neoliberal que não atinge somente aos professores, mas todos os profissíonais, independente da área de atuação, não é possível recuar e nem parar no tempo, muito menos vivr de recordações. È nesse sentido que me coloco como profissíonal da educação, procurando compreender o contexto social que envolve meu aluno, para que de forma alguma, venha culpá-lo ou excluí-lo, pois é pela compreensão de que esse aluno enfrenta todas as barreiras e dissabores impostos pela sociedade pós moderna e que, muitas vezes ele está em desvantagem frente a essa sociedade consumista, injusta, excludente e que prima pelo ter em detrimento do ser, ou s eja, esse aluno desprovida de recursos financeiros, em vulnerabilidade social, ao é visto como cidadão de direitso e possibilidades, ele é mais um entre uma multidão, sem expectativas futuras e sabe disso, daí então a falta de motivação, que é interpretada como preguiça, desinteresse e tudo mais. o que procuro fazer é me aproximar desse aluno como ser humano, procuro conhecê-lo e entendê-lo, partindo desse pressuposto posso descobrir seus interesses e habilidades para então lhe fazer uma proposta de aprendizagem.
Como aprendiz sou curiosa, tenho minhas limitações, mas procuro vencêlas. Fico em conflito diante de uma situação inovadora a qual não tenho domínio, mas só consigo tranquilidade no momento que alcanço aprendisagem ou conhecimento do objeto em estudo.
Procuro uma permanente auto-avaliação, sou exigente comigo mesma, acho que sempre fica algo a desejar e procuro aprender o que não sei. Busco ajuda com todas as pessoas, dentro ou fora do ambiente de trabalho.
Diante de uma situação inovadora fico apreesiva, de certo modo insegura, não arrisco aplicar nada inovador sem prévio conhecimento. Por isso estou buscando conhcimento na área das novas tecnologias para poder desempenhar meu trabalho com segurança de forma que possa ver meu crescimento pessoal e o aprimoramaento da minha prática pedagógica.
Atividade 1.3 - Educação e Tecnologia
Percepções sobre as novas tecnologias
Em um primeiro momento, como aprendiz, me coloco como observadora, procurando descobrir o máximo possível a respeito da situação. Me posiciono como investigadora.
Posterior a primeira ideia que tenho da situação me coloco como aprendiz. Porém, sempre atenta as minhas limitações (que são muitas), procurando superá-las.
Tenho o hábito de rever continuamente minha prática para descobrir o que sei, se sei, e como farei para saber aquilo que não sei. E quando não sei, entro em conflito, temerosa de não alcançar o saber.
Sou um pouco receosa diante de uma situação inovadora, mas estou sempre disposta a conhecer o novo. Entendo, que na atualidade, o ser humano em geral precisa estar aberto às inovações e pronto para aliar-se a elas.
infelizmente a Escola está perdendo espaço frente as novas tecnologias. Em alguns momentos me parece que a Escola parou no tempo e as novas tecnologias estão a anos luz na sua frente. E quando falo em Escola estou incluída neste contexto. Nossos alunos estão receptivos para uma aprendizagem que utilize mais e de melhor forma as tecnologias. E, nós professores estamos resistentes em utilizá-las. Há um confronto de interesses.
Professores e gestores (não generalizando) estão dando seus primeiros passos em direção às tecnologias. Os alunos (em sua maioria) já veem de uma caminhada junto as novas tecnologias.
Os dois lados estão perdendo. Se os professores estivessem preparados ou se preparando para utilizarem os novos recursos tecnológicos, veriam seu esforço sendo gratificado. Teríamos alunos desejosos para conhecer e, acredito que aquilo que chamamos "falta de interesse" seria substituído pelo prazer de aprender.
Nós, professores temos que adotar a postura tanto de agente de aprendizagem como de aprendiz. E porque não aprender com os alunos? Muitos entre eles utilizam as novas tecnologias bem melhor que muitos entre nós.
Atividade 1.2 - Quem sou como professor?
Atividade Individual
Entendo que ser professor hoje é muito desfiador, é uma profissão que exige acima de tudo vocação e amor ao fazer profissional e ao sujeito da aprendizagem, ou seja, amor ao aluno. Não é possível ser um bom profissional, se culpar o educando pelo fracasso escolar muito comun nas escolas, por grande parte dos alunos.Como afirma Antônio Nóvoa, a familia e a sociedade estão delegando a escola atribuições que lhe pertencem e não há como nós professores fugirmos a essa realidade. Na escola temos que desempenhar funções de outros proíissionais sem termos formação para isso. Muitas vezes precisamos fazer a vez do psicólogo, do assistente social, do agente de saúde e tantas outras. A demanda é infinita e torna exaustivo o cotidiano escolar e o professor se ve cercado por muitas cobranças e exigências, a calma e a tranquilidade, mencionadas por Nóvoa, essências para o trbalho pedagógico do professor não existem. Mesmo diante de tantas dificuldades e exigências imposta pela sociedade e pelo sistema neoliberal que não atinge somente aos professores, mas todos os profissíonais, independente da área de atuação, não é possível recuar e nem parar no tempo, muito menos vivr de recordações. È nesse sentido que me coloco como profissíonal da educação, procurando compreender o contexto social que envolve meu aluno, para que de forma alguma, venha culpá-lo ou excluí-lo, pois é pela compreensão de que esse aluno enfrenta todas as barreiras e dissabores impostos pela sociedade pós moderna e que, muitas vezes ele está em desvantagem frente a essa sociedade consumista, injusta, excludente e que prima pelo ter em detrimento do ser, ou s eja, esse aluno desprovida de recursos financeiros, em vulnerabilidade social, ao é visto como cidadão de direitso e possibilidades, ele é mais um entre uma multidão, sem expectativas futuras e sabe disso, daí então a falta de motivação, que é interpretada como preguiça, desinteresse e tudo mais. o que procuro fazer é me aproximar desse aluno como ser humano, procuro conhecê-lo e entendê-lo, partindo desse pressuposto posso descobrir seus interesses e habilidades para então lhe fazer uma proposta de aprendizagem.
Como aprendiz sou curiosa, tenho minhas limitações, mas procuro vencêlas. Fico em conflito diante de uma situação inovadora a qual não tenho domínio, mas só consigo tranquilidade no momento que alcanço aprendisagem ou conhecimento do objeto em estudo.
Procuro uma permanente auto-avaliação, sou exigente comigo mesma, acho que sempre fica algo a desejar e procuro aprender o que não sei. Busco ajuda com todas as pessoas, dentro ou fora do ambiente de trabalho.
Diante de uma situação inovadora fico apreesiva, de certo modo insegura, não arrisco aplicar nada inovador sem prévio conhecimento. Por isso estou buscando conhcimento na área das novas tecnologias para poder desempenhar meu trabalho com segurança de forma que possa ver meu crescimento pessoal e o aprimoramaento da minha prática pedagógica.
Atividade 1.3 - Educação e Tecnologia
Percepções sobre as novas tecnologias
Em um primeiro momento, como aprendiz, me coloco como observadora, procurando descobrir o máximo possível a respeito da situação. Me posiciono como investigadora.
Posterior a primeira ideia que tenho da situação me coloco como aprendiz. Porém, sempre atenta as minhas limitações (que são muitas), procurando superá-las.
Tenho o hábito de rever continuamente minha prática para descobrir o que sei, se sei, e como farei para saber aquilo que não sei. E quando não sei, entro em conflito, temerosa de não alcançar o saber.
Sou um pouco receosa diante de uma situação inovadora, mas estou sempre disposta a conhecer o novo. Entendo, que na atualidade, o ser humano em geral precisa estar aberto às inovações e pronto para aliar-se a elas.
infelizmente a Escola está perdendo espaço frente as novas tecnologias. Em alguns momentos me parece que a Escola parou no tempo e as novas tecnologias estão a anos luz na sua frente. E quando falo em Escola estou incluída neste contexto. Nossos alunos estão receptivos para uma aprendizagem que utilize mais e de melhor forma as tecnologias. E, nós professores estamos resistentes em utilizá-las. Há um confronto de interesses.
Professores e gestores (não generalizando) estão dando seus primeiros passos em direção às tecnologias. Os alunos (em sua maioria) já veem de uma caminhada junto as novas tecnologias.
Os dois lados estão perdendo. Se os professores estivessem preparados ou se preparando para utilizarem os novos recursos tecnológicos, veriam seu esforço sendo gratificado. Teríamos alunos desejosos para conhecer e, acredito que aquilo que chamamos "falta de interesse" seria substituído pelo prazer de aprender.
Nós, professores temos que adotar a postura tanto de agente de aprendizagem como de aprendiz. E porque não aprender com os alunos? Muitos entre eles utilizam as novas tecnologias bem melhor que muitos entre nós.
